Friday, May 15, 2009

aprendendo a alcançar (e agarrar)

Ao mesmo tempo em que trabalho no projeto URUS, começo a dar os meus primeiros passos no domínio das ciências cognitivas. Antes que vocês me perguntem o porquê, já aviso que pretendo fazer o meu doutorado (se tudo correr bem, a partir de Outubro) em arquiteturas cognitivas aplicadas à robótica.
 
Para os conceitos de base, estou lendo o livro do Cognitive Psychology and its Implications, do John R. Anderson (bem didático) e também o Synaptic Self, do Joseph Le Doux.  Também tenho visto aulas do curso Introduction to Psychology do professor Paul Bloom.
 
A minha apresentação a área deu-se pela survey do Vernon, e já li vários outros artigos, como o do Kawato sobre Internal Models e o do Hommel sobre Event Files. A (minha) ideia inicial era trabalhar na aprendizagem de modelos internos para a predição (e execução) de movimentos e depois passar para o uso de ferramentas e quem sabe, num futuro não muito distante, execução musical.
 
Como será o amanhã? Ainda tenho muito para trabalhar - muita coisa para ler, um plano de trabalhos para desenvolver e uma bolsa para concorrer. Desejem-me sorte!
 

twitter

Já faz um tempo que não escrevo no blog, e o último post foi do tamanho de um twit. Talvez em breve escreva aqui sobre meu novo tema de pesquisa, Arquiteturas Cognitivas.
 

Wednesday, April 15, 2009

lisboa

Sim, eu voltei. A cidade das sete colinas, e nada de aulas. Não é fantástico?
 

Thursday, March 26, 2009

frango molhado

Cheguei em casa há pouco, e tinha o quarto revirado: mala e roupas tiradas do armário, um casaco em cima da cama e um tapete encharcado. Quem teria invadido meu quarto? Desci à recepção, e qual não foi a minha surpresa quando descobri que um maluco no sétimo andar, que queria descongelar um frango, simplesmente colocou-o congelado num prato embaixo da torneira de água quente.
 
Ele então foi passear e o que aconteceu? A pia transbordou e o maldito frango molhado inundou o 7º andar, depois o 6º (onde moro) e por fim o 5º, quando alguém percebeu e veio avisar na recepção (o porteiro disse que um rapaz do 7º andar estava no computador e nem percebeu que tinha os pés molhados). O senhor da manutenção teve então que ir de quarto em quarto com um aspirador para remover a água - por essa razão eu tinha o meu quarto revirado. Descongelar um frango, pode?

 

Tuesday, March 24, 2009

كتب

ele escreveu كَتَبَ

o escritor escreveu كَتَبَ ٱلْكَاتِبُ

o escritor أَلْكَاتِبُ

o escritor sentou-se جَلَسَ ٱلْكَاتِبُ

sentou-se e escreveu جَلَسَ وَ كَتَبَ

a criança أَلْوَلَدُ

a criança entrou دَخَلَ ٱلْوَلَدُ

escreveu e estudou كَتَبَ وَ دَرَسَ

o homem أَلرَّجُلُ

o quê o homem escreveu? مَا كَتَبَ ٱلرَّجُلُ ؟

escreveu o livro كَتَبَ ٱلْكِتَابَ

em casa فِي ٱلْبَيْتِ

entrou em casa دَخَلَ ٱلْبَيْتَ

homem (está) em casa أَلرَّجُلُ فِي ٱلْبَيْتِ

 

Tuesday, March 17, 2009

saiu

O meu visto para o estágio em Portugal. Agora só falta buscar.
 

Saturday, March 14, 2009

minna no nihongo

Hoje o Samuel Amo (meu amigo do Rhône) me recomendou um livro para aprender japonês, chamado Minna no nihongo - na verdade, dois livros. Ele também me disse que dada a provável guerra entre EUA e China que se aproxima (causada por desavenças entre a Coréia e o Japão), o melhor seria aprender Japonês (afinal, são os aliados). Tá, eu confesso que este blog dá vontade de aprender a língua do sol nascente (apesar do preço salgado do método).
 
Depois o meu amigo Dudu (que prefere aprender Russo) diz que escolheria o Árabe. E entre o Chinês e o Japonês, Chinês - tudo pelo futuro. Mas a que me serviriam estas línguas? Claro que também há o fator desafio (e nisso todas ganham pontos mas, como disse o Koji, o Japonês é a mais fácil). E no fim ainda tem o investimento, tanto de tempo, como de dinheiro (material, possíveis aulas, etc.). Ponderar é preciso.